Quem somos

De onde saiu essa gente?

Sergio é carioca, analista de sistemas, fotógrafo e de bem com a vida. Participou de exposições do FotoRio, pode ser visto clicando eventos culturais como o Carnaval na Sapucaí, a Festa Literária Internacional de Paraty, ou a Bienal do Livro no Rio, afinal tem lá uma queda por literatura e também arrisca umas linhas vez por outra. Algumas de suas fotos, belas crônicas do Rio, podem ser vistas alegrando as paredes do Botequim Carioca em Berlim ou contando histórias no Museu do Descobrimento em Belmonte, Portugal.

Ane é gaúcha, graduou-se em Letras no sul, escreveu coisas em bloquinhos, participou de coletâneas de escritores contemporâneos, caminhou em linhas num blog quase famoso, foi pupila da Oficina de Criação Literária ministrada pelo escritor Assis Brasil na PUC em Porto Alegre, escreveu mais coisas em bloquinhos, foi estudar literatura num curso de Pós da PUC-Rio, riscou todos os bloquinhos, ganhou uma câmera fotográfica e saiu caminhando fora da ficção pelas ruas do Rio.

De mãos dadas, Sergio e Ane querem um Rio sempre mais bonito. Recolhem lixo na praia, batem papo com as figuras populares dos bares, beliscam petiscos cariocas entre rodelas de limão. Gostam de ter amigos poetas, cantores, músicos, fotógrafos, atores, artistas, escritores, amadores, criativos, criaturas do mundo. Misturam sotaques e planos no calçadão de Copacabana. Não são empresários, não são ricos, não são famosos. Só pessoas comuns com o coração na cidade do Rio, tentando encontrar as melhores linhas para os olhos de quem chegar por aqui.

Contato:

Ane Aguirre, nascida em Porto Alegre (batizada Rosane), vivendo no Rio de Janeiro desde 2006 e Sergio Fonseca (que mantém o mesmo nome desde seu nascimento), um multitarefas registrado no CRECI sob número 046048, ambos morando atualmente no Posto 6 de Copacabana.

Telefones: +55 21 2553-8216 / +55 21 97991-6358 (Vivo Operadora)
E-mailtemporada.riopravoce[arroba]gmail.com
Rede social: http://www.facebook.com/riopravoce

Como falar conosco?
Durante o dia é mais fácil esbarrar conosco pelas esquinas de Copacabana no Posto 6. Corremos de um apartamento para o outro a maior parte do tempo. Durante o dia estamos sempre em contato pelo celular, se não pudermos atender imediatamente uma chamada (imagine que podemos estar recebendo pessoas ou passeando de elevador), retornaremos as chamadas ou mensagens. Durante o dia é possível falar conosco pela linha fixa se estivermos trabalhando no computador, mas se não estivermos, é possível deixar recado na secretária eletrônica, estaremos atentos para retornar chamadas, durante o dia. E-mails são formas mais seguras de contato, assim como os formulários de informação ou reserva, elegantes, eles chegam a qualquer hora, madrugada adentro sem fazer barulho e fazemos todo o possível para respondê-los durante o dia. Porém, se não conseguirmos há sempre a possibilidade de negociarmos o nosso tempo de descanso para manter as respostas em dia durante um bom pedaço da noite. Nossos telefones dormem à noite, eles têm certeza de que poderemos descansar melhor se ficarem silenciosos. Pela manhã, todos os modos acordam cedo e falantes. Na hipótese de sermos merecedores de um dia de folga ou alguns dias de férias, todas as formas de contato permanecem inalteradas e atendidas por quem estiver nos representando neste momento raro.

Sobre o que dizem de nosso trabalho: Depoimentos