Riopravoce, Estudio Zero.

Algumas histórias são contadas assim. Começam do meio, avançam, e lá pras tantas o narrador volta a algum ponto que poderia ser o começo. Mas a página está ali no meio da história e deve haver um número para ela, se está no meio não pode ser a página um. Começamos de onde começamos mesmo. Aquele ponto de começo que aparece como um recorte contado ali no meio bem podia ser algo como uma página zero. Número nenhum. A marca que se insinua como “antes de mais nada”. Conversa mais esquisita, hein? Arrã. É que no começo da história do Riopravoce, sequer havia página. Só a história mesmo. Um desenho no ar. Hoje estamos em algum ponto da história que nos exige pausa para estabelecer o começo. Que seja um clips, uma seta sobre a linha, um marcador de páginas, um sinal. Então vamos chamar este marcador de Estudio Zero. Não se trata de um desenho no ar, nem de mais uma opção para temporada. E se a marca parece sugerir uma ausência, também lembra que é um ponto de começo, neste caso, um espaço físico determinado e nomeado doravante: Estudio Zero. Isso vai definir pontos importantes para que possamos continuar trabalhando para oferecer um Rio de Janeiro especial para quem chega, e também seguir atendendendo às expectativas das pessoas que pediram que administrássemos seus apartamentos. O Estudio Zero separa nossa rotina doméstica (como a de qualquer ser humano) da rotina de trabalho. Imaginamos que é uma utopia acreditar que algum dia poderemos chegar em casa como quem chega do trabalho, deixar tudo para trás e voltar a ter finais de semana de descanso, noites inteiras para dormir, feriados e férias para viajar. Vivemos esses tempos em que navegar é preciso entre teclas dos celulares, tablets e notebooks. Naveguemos, pois, um pouco mais tranquilos para continuar a história sem perder o rumo. Nem a calma. Nem a hora. Nem os cabelos!!! (Não, isso não!) O Estudio Zero está dentro do pacote de novidades do Riopravoce. Ele chega para dizer que estaremos mais tempo naquelas ruas daquele mesmo bat-local que é o Posto 6 de Copacabana. Tsc! Que nada, estaremos tanto tempo quanto já estamos, a diferença é que vamos agilizar os procedimentos. E voltaremos para casa em algum momento. Para ler um livro, ver um filme, contar e ouvir histórias, planejar férias. Ah… as férias! “Coisas que só o coração pode entender”.

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